AULA 4 (02/03) – DIÁRIO DE BORDO – DANIEL GALERA (1)

1) Sites

– o site atual do próprio Galera, que contém as referências de seus livros publicados. http://ranchocarne.org/

– o site que preserva o material original do CardosOnline, o e-zine literário que funcionou via e-mail, de 1998 a 2001. http://www.qualquer.org/col/

– o primeiro site individual de Galera, também do final da década de 1990, que reunia contribuições de pessoas que enviavam contos, poemas, crônicas, ensaios, para serem publicados on-line http://web.archive.org/web/20001201214200/http://www.terra.com.br/proa/

 

2) Entrevistas – das muitas entrevistas com o autor disponíveis no Youtube, foram selecionadas duas, nas quais ele fala retrospectivamente do início da carreira, logo no começo de cada um dos vídeos. .

– Segundas Intenções (realizada logo após o lançamento de Barba Ensopada de Sangue, em 2013) https://www.youtube.com/watch?v=Fj5OENcsonY

– Fluxo de Consciência (do ano passado, tendo já lançado Meia-Noite e Vinte. Nesta ele está ao lado do colega de CardosOnline e editora Livros do Mal, Daniel Pelizzari. Na parte 1 dessa entrevista, Galera lê um trecho de seu livro novo.  https://www.youtube.com/watch?v=U72ii0J2k68

 

3) A polêmica em torno do conceito de “autoficção” – o artigo de jornal, de Galera, que deu origem às críticas sobre uma possível má-compreensão do conceito pelo autor.

Daniel Galera. Superando a Autoficção. (O Globo, 27/01/2013)

Fabíola S. P. Trefzger. Autoficção: entre o espetáculo e o espectador (Anais do XIII Congresso Internacional da ABRALIC, 08 a 12/07/2013)

 

4) Jogo

Daniel Galera e Simone Campos são dois prosadores contemporâneos que se interessam bastante sobre a relação entre videogames e literatura, dentre outras artes, distinguindo sempre pontos de convergência mas também principalmente diferenças importantes entre aos dois campos. A reflexão aprofundada sobre esse assunto está reservada para o segundo bimestre, quando analisaremos as obras de ficção da escritora carioca.

No entanto, para desde já introduzir, ainda que de forma rudimentar, o conceito de “narrativa procedimental”, defendido por Galera como essencial para a comparação entre os videogames e a literatura, com prejuízo evidente para esta, deixamos aqui o link para um jogo minúsculo e aparentemente apenas tosco (o jogo dura exatos cinco e minutos e, embora seja de 2006, seus gráficos parecem ser de jogos de trinta anos atrás).

Sempre que reflete sobre jogos de computador e sua diferença para a literatura, Galera cita o jogo Passage. O ideal seria que cada aluno passasse, individualmente, pela experiência de jogar uma vez esse game, a fim de sentir, na prática, o que quer dizer “narrativa procedimental” e quais os seus efeitos no receptor (o jogador).

Mesmo assim, ainda que não faça sentido para o propósito em vista, pois elimina justamente o aspecto “procedimental” da narrativa do jogo, tornando-o portanto semelhante, nesse sentido, a uma obra literária qualquer, segue também o link para acompanhar uma partida completa gravada disponível no Youtube. Friso que ‘assistir’ ao jogo no Youtube provoca apenas uma parcela da emoção que pode ser disparada ao jogá-lo:

 

 

 

 

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